Desde a década de 1970, foi implantado no sistema educacional brasileiro a pedagogia tecnicista, de acordo Silva, (2002p. 119), neste setido lembro-me como foi comentado a esse respeito nas escolas e locais de encontro com as familias, com os amigos, sobre adotar "as escolas de equipamentos, recursos e metodos de última geraçã". Porem já era 1980 e eu trabalhei num comercio e Industria de muita giro de capital, e tranzito de consumeidores, mas até 1987, efetuávamos as notas fiscais manuais. No fim de 1986, entrou uma maquina de computador para consultar nomes para compras no crediário', eramos em 40 vendedoras. Pois bem o quero dizer é que a tecnologia estava bem aguçada, e tudo evoluiu muito rápido feito uma explosão. Porém refletindo sobre esse fato, penso que os materias eletronicos tem dado aos jovens e crianças uma certa orbitancia no sentido de serem preguisos para agirem, para pensarem, para resolverem problemas, para descreverem suas idéias, para aprenderem coisas naturais, muitos academicos estão no copiar e colar, sera que é moda não pensar mais para pautar um trabalho? só copiar e colar. será que a idéia, a tua idéia, a idéia do jovem sobre um assunto qualquer está fora de questão? e como vai ser a proxima geração que não vai mais querer e nem conhecer as coisas naturais como o barro, a terra colada nos pés, o gramado, pegar e sentir cheiro da natureza. Pois estaram todos maquinomizados, eletronicamente eletronicos, pensem nisso. (Cleusa Xavier).
domingo, 24 de agosto de 2008
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
USO DA TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
O USO DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Ainda, o computador forma o pensamento lógico é simbólico e algorítmico . Esse é um pensamento muito particular, que seria desejável que todos os adultos tivessem a capacidade de exercer, mas que é inapropriado para crianças e jovens, antes dos 16 anos. Espera-se que uma criança pense de maneira muito mais qualitativa do que formal e quantitativa, como o computador exige. Quando a criança ainda é bem pequena, espera-se que ela esteja completamente integrada com o ambiente e com a fantasia. Assim, por exemplo, quando ouve uma história, ela cria imagens interiores daquilo que está sendo contado. Este é o tipo de pensamento que Setzer considera adequado para uma criança. É o pensamento de uma criança que brinca com uma boneca de pano e imagina as mais variadas situações: que a boneca está chorando, rindo etc.
O USO DA TECNOLOGIA NA EDUCÃO INFANTIL
A tecnologia na educação infantil
[...]O uso das tecnologias na Educação, Como consequência imediata na prática pedagógica segundo a concepção da questão cognitiva é resultante da imprevisibilidade da máquina, está na necessária mudança de postura do professor em seu trabalho cotidiano. Se as relações cognitivas são necessariamente abertas e imprevisíveis, se o trato com as máquinas repousa em uma relação diferente com o objeto técnico, apoiada na experimentação e nos erros, impõe-se uma revisão da forma como consideramos o erro do aluno. Este em determinadas situações, deve ser visto como parte do processo de busca e experimentação necessá¡rio é construção do conhecimento. Trata-se então de uma nova relação professor aluno, na qual ambos caminham juntos, a cada momento, buscando, errando, aprendendo.
Ainda, o computador forma o pensamento lógico é simbólico e algorítmico . Esse é um pensamento muito particular, que seria desejável que todos os adultos tivessem a capacidade de exercer, mas que é inapropriado para crianças e jovens, antes dos 16 anos. Espera-se que uma criança pense de maneira muito mais qualitativa do que formal e quantitativa, como o computador exige. Quando a criança ainda é bem pequena, espera-se que ela esteja completamente integrada com o ambiente e com a fantasia. Assim, por exemplo, quando ouve uma história, ela cria imagens interiores daquilo que está sendo contado. Este é o tipo de pensamento que Setzer considera adequado para uma criança. É o pensamento de uma criança que brinca com uma boneca de pano e imagina as mais variadas situações: que a boneca está chorando, rindo etc.
O USO DA TECNOLOGIA NA EDUCÃO INFANTIL
A tecnologia na educação infantil
[...]O uso das tecnologias na Educação, Como consequência imediata na prática pedagógica segundo a concepção da questão cognitiva é resultante da imprevisibilidade da máquina, está na necessária mudança de postura do professor em seu trabalho cotidiano. Se as relações cognitivas são necessariamente abertas e imprevisíveis, se o trato com as máquinas repousa em uma relação diferente com o objeto técnico, apoiada na experimentação e nos erros, impõe-se uma revisão da forma como consideramos o erro do aluno. Este em determinadas situações, deve ser visto como parte do processo de busca e experimentação necessá¡rio é construção do conhecimento. Trata-se então de uma nova relação professor aluno, na qual ambos caminham juntos, a cada momento, buscando, errando, aprendendo.
O USO DA TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
O USO DA TECNOLOGIA NA EDUCÃO INFANTIl
As tecnologias da informação e da comunicação estão cada vez mais presentes no cotidiano de crianças, jovens e adultos, trazendo novos desafios para os processos de produção de conhecimento e os modos de subjetivação. Este fato exige uma compreensão mais rigorosa das transformações que estão sendo engendradas pelas mediações proporcionadas pelos mais diversos aparatos técnicos, desde os mais recentes aos mais antigos (as máquinas de visão – fotográficas e de vídeo, internet, jogos eletrônicos, TV, cinema etc.), tanto no que diz respeito às relações intersubjetivas quanto aos modos de criação da cultura e da história.
Nesta perspectiva, nosso objetivo é trazer à tona o debate sobre as mediações tecnológicas e os novos modos de ser e de criar no mundo contemporâneo, com o propósito de oferecer subsídios para a reflexão sobre a educação de crianças e jovens na sociedade da informação e da comunicação. Trata-se, portanto, de reunir trabalhos que apresentem uma abordagem crítica dos usos da tecnologia, mas que, ao mesmo tempo, tragam propostas afirmativas que orientem as reflexões sobre o sujeito e seus modos de criação da cultura e de si próprio, propondo novas estratégias educacionais. Portanto, reunir trabalhos que analisem, discutam e reconheçam nos aparatos tecnológicos as novas formas expressivas da contemporaneidade é também propor um novo conceito de educação, levando em conta os modos de ser criança, adolescente e adulto em uma sociedade em que a informação, a comunicação e a cultura do consumo engendram experiências que transformam radicalmente não só o conhecimento no mundo atual, mas os processos de subjetivação, gerando, com muita freqüência, conflitos e rupturas entre as gerações que precisam ser profundamente avaliadas. Neste sentido, os trabalhos aqui reunidos trazem reflexões sobre experiências interativas de crianças e adolescentes com TV e internet, discutindo os conceitos de linguagem, mediação e interatividade, tanto no espaço escolar como fora dele, exigindo uma outra postura das instituições educacionais perante uma nova ordem de organização da linguagem, da cognição e dos modos de interação social, afetiva e cultural no mundo contemporâneo. (Sérgio Roberto Costa)
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